segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Fogo



E lá estava eu. . .
E o fogo consumindo tudo ao meu redor...
Bate um desespero, uma sensação de impotência total diante de tantas labaredas.

Como pode alguém levianamente fazer uma barbaridade destas?!?!

As aves em debandada...
Os baldes cheios de água se atropelando num corre corre danado
As vassouras girando no ar para tentar sufocar o fogo
As lágrimas descendo pelo rosto de tanta fumaça
Os olhos ardendo
As ondas de calor chegavam até nós como se estivéssemos em brasas
E o infeliz que fez tudo isso, em algum lugar descansava impune.


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